Crivella participa de mutirão de programas e serviços municipais na Mangueira
Crivella participa de mutirão de programas e serviços municipais na Mangueira

“A RioUrbe está fazendo um levantamento amplo para identificar casas em risco de desabamento e outras que precisam de reforma para atuarmos com o programa Cimento Social”, disse Crivella

Rio de Janeiro (RJ) – O prefeito Marcelo Crivella (PRB) acompanhou, nesta terça-feira (16), às 7h, um mutirão de serviços envolvendo diversos órgãos da Prefeitura do Rio na comunidade da Mangueira, na Zona Norte da cidade. Foram verificadas obras de contenção de encostas, além de realizada a limpeza geral de ralos, canaletas, ruas e vielas e podas de árvores, com a retirada de entulho pela Comlurb, que diariamente recolhe no local 32 toneladas de resíduos. Houve também ações de assistência a animais, com o cadastramento de moradores interessados na castração de cães e gatos, procedimento que será feito gratuitamente na favela, em um setor móvel da Subsecretaria de Bem-Estar Animal (Subem).

“A RioUrbe está fazendo um levantamento amplo para identificar casas em risco de desabamento e outras que precisam de reforma para atuarmos com o programa Cimento Social. Em outra frente, estamos com 100 garis para fazer uma grande limpeza e retirar toneladas de lixo, porque, se houver acúmulo, com as chuvas de verão, isso pode trazer mosquito da dengue, além de ratos e baratas, que causam outras doenças. Também está conosco a Vigilância Sanitária, para visitar bares, restaurantes e quiosques, fiscalizando os serviços. Vamos coletar água em pontos aqui na Mangueira para testar a qualidade e não ocorrer o problema que aconteceu no Vidigal, com casos de hepatite entre os moradores”, afirmou o prefeito.

Na Mangueira, funciona o Laboratório de Saúde Pública do Instituto Jorge Vaitsman, na Rua Visconde de Niterói 1.072. Coordenada pela Vigilância Sanitária, a unidade tem programas como o Vigiágua (de monitoramento da água de consumo no município) e faz análises, como a necropsia de primatas. São medidas que integram as ações de prevenção, controle e bloqueio da entrada de vírus, como o da Hepatite A e o da febre amarela, doença sem registro na cidade. O Jorge Vaitsman proporciona também assistência direta à comunidade, com atendimento clínico e cirúrgico a animais.

“Quero lembrar às pessoas que não precisam matar o macaco. Não é o macaco o transmissor da febre amarela. É o mosquito. Nos macacos encontrados mortos, a autópsia revelou que foram envenenados com chumbinho. Não devemos fazer isso. Macacos funcionam como sentinelas. Quando ficam doentes, sabemos que tem vírus na região e vacinamos a população. Nossa cidade não foi atingida pela febre amarela, apenas municípios adjacentes. Mas estamos nos precavendo. Já vacinamos mais de 300 mil pessoas para que a doença não chegue aqui. Estamos trabalhando firme para que a Mangueira tenha paz e mais qualidade de vida”, acrescentou Crivella.

Esta ação da Prefeitura do Rio conta com a participação de diversos órgãos municipais, como Subsecretaria de Bem Estar Animal, Guarda Municipal, RioLuz, Rio Águas, Subsecretaria de Saúde, Subsecretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, Comlurb, entre outros.

Texto e foto: Ascom – Prefeitura do Rio de Janeiro

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