Carlos Macedo solicita à Comissão de Obras da Alerj que investigue a demora nas obras da ponte que liga Vassouras a Valença

RIO- O deputado estadual Carlos Macedo (PRB-RJ) protocolou, nesta sexta-feira (4/8), o ofício junto à Comissão Parlamentar de Obras da Alerj, requerendo uma investigação sobre as obras de revitalização da Ponte do Desengano, localizada em Barão de Juparanã, distrito de Valença.

Na semana passada o parlamentar esteve no local pela terceira vez e ficou indignado com a demora na liberação da ponte.

“Considero que há uma demora muito grande para concluir um trabalho que nem é tão grande assim. Portanto estou solicitando que investigue, não só o motivo dessa morosidade para concluir os trabalhos, como também o custo dessas obras”, disse o parlamentar.

Desde março deste ano, Carlos Macedo vem acompanhando de perto o drama da população local. A ponte é a única passagem entre os municípios de Vassouras e Valença e a sua interdição vem causando inúmeros transtornos à população local.

Desde então, o deputado vem se reunindo com o presidente do DER-RJ, Angelo Monteiro Pinto, órgão responsável pelas obras, e com lideranças do Movimento S.O.S. Juparanã. Também esteve em audiência com o procurador-geral do Estado, Dr. Leonardo Espíndola, e o subprocurador-geral, Dr. Fernando Barbalho Martins, para solicitar auxílio na esfera judicial.

Além da mobilidade, setores como da economia local, atendimentos de saúde e educação também ficaram seriamente comprometidos.

“A população já não aguenta mais tantos transtornos e tantas dificuldades que essa interdição gerou na vida de todos que dependem dessa passagem diariamente”, concluiu.

Em outubro completa um ano de interdição

A Ponte do Desengano foi interditada em outubro de 2016, depois que a MRS Logística, concessionária responsável pelo trecho da linha férrea paralelo à ponte, entrou na justiça cobrando ao Departamento Estadual de Estradas e Rodagens(DER-RJ) obras de reestruturação da ponte, sob a alegação que a mesma estaria em estado precário de conservação e sob o risco de desmoronamento.

O pedido foi acatado pela juíza Flávia Beatriz Borges Bastos, da 1ª Vara da Comarca de Vassouras, que decidiu pela interdição total da ponte, inclusive para pedestres. Desde então, se quem passava pelo local de carro ou ônibus gastava em média 15 minutos para realizar o trajeto, agora leva no mínimo uma hora para chegar ao mesmo destino.

Aqueles que faziam a travessia a pé, agora tem que que fazê-la pelo rio, através de canoas. Muitas pessoas perderam os seus empregos, assim como algumas crianças deixaram de frequentar escolas, devido à inviabilidade do trajeto e a dificuldade para chegar ao município vizinho. Os comércios locais também ficaram comprometidos.

Por Ascom Carlos Macedo

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